Curso os Segredos do Tabernáculo com Pastor Napoleão Falcão

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O Curso os Segredos do Tabernáculo do pastor Napoleão Falcão é um incrível treinamento para você que deseja conhecer o Tabernáculo e seus segredos como também a Tipologia Bíblica.

O pastor Napoleão Falcão vai te ensinar num passo a passo tudo sobre a Tipologia Bíblica do Tabernáculo desvendando todos os segredos e mistérios.

Com esse treinamento você vai levar seu conhecimento bíblico para outro nível.

Quem é o professor do Curso os Segredos do Tabernáculo

O Pastor Napoleão Ribeiro Falcão é Escritor de vários livros e articulista das revistas das Escolas Bíblicas Dominicais.

Bacharel em Teologia pelo Seminário das Assembléias de Deus e bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica de São Cristóvão (EPOE), no Rio de Janeiro. 

São mais de 40 anos nesta caminhada de bênçãos sem limites, como Conferencista internacional e professor, tendo a oportunidade de levar a Preciosa Semente em mais de 30 países, ganhando almas para o Senhor Jesus Cristo e preparando líderes.

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O que você verá no curso os Segredos do Tabernáculo com pastor Napoleão Falcão

  • Mas Jesus está no tabernáculo?
  • Qual a importância do Tabernáculo?
  • Era necessário o Tabernáculo ?
  • Vamos descobrir vários segredos contidos nos Tipos e Sombras do Tabernáculo de Moisés.
  • É um deleite estudar todas as coisas que eles viram, por meio de tipos, e hoje nós vivemos a realidade.
  • Como é grande o nosso Deus, mas mesmo assim sempre desejou habitar com o homem, a coroa da criação.

Essa é sua oportunidade de fazer o melhor Curso sobre os Segredos do Tabernáculo com Pastor Napoleão Falcão e se especializar em Tipologia Bíblica.

No Curso de Tipologia Bíblica você vai entender de forma simples todos os mistérios que envolvem a construção do Tabernáculo.

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CURSO DE ESCATOLOGIA NAPOLEÃO FALCÃO

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O curso de Escatologia com o pastor Napoleão Falcão é o mais indicado para quem deseja aprender Escatologia de uma forma simples sem complicação e ainda ter profundidade no conhecimento bíblico sobre os acontecimentos escatológicos.

PARA QUEM É INDICADO O CURSO DE ESCATOLOGIA DO PASTOR NAPOLEÃO FALCÃO?

O curso de Escatologia do Pastor Napoleão Falcão é indicado para pastores, pregadores, professores, estudantes da bíblia e todos que desejam ampliar seu conhecimento acerca das escrituras.

O QUE VOCÊ APRENDERÁ NO CURSO DE ESCATOLOGIA?

  • O mundo vai acabar?
  • O arrebatamento da igreja
  • Sinais do fim dos tempos
  • Pré ou Pós tribulacionismo?
  • Pandemias
  • Teorias e verdades
  • Céu e inferno
  • Destino final dos mortos
  • A morte e o estado intermediário

Tudo isso e muito mais em um passo a passo onde vai ser desvendado todos os mistérios do apocalipse e dos acontecimentos escatológicos para que você se aprofunde nas revelações.

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Nove convicções provenientes da pregação bíblica

Os pontos em que verdadeiramente eremos determinam o que fazemos. Os aspectos em que eremos no cerne do nosso coração acerca da pregação determinarão como nós a realizamos.

Nesse sentido, nada pode ser mais prático do que nossa teologia da pregação. As nove convicções a seguir são fundamentais para a pregação bíblica.

1. O objetivo fundamental da pregação é agradar a Deus

E uma convicção central da fé que Deus é soberano e que todas as coisas precisam ser feitas para agradá-lo.

Agradar a um Criador soberano significa descobrir o que ele deseja e, por meio de sua graça, fazer sua vontade. Pregar a Palavra de Deus do modo de Deus deveria ser o alvo de pregadores fiéis.

Como soberano, Deus nos diz o que pregar e como fazer isso. Ministros da Palavra não têm o direito de se desviar de suas instruções. Idéias e especulações humanas, portanto, precisam ser estranhas ao púlpito.

2. A pregação agrada a Deus unicamente quando é fiel às Escrituras

A pregação cristã começa com as Escrituras. A menos que os pregadores adquiram e mantenham as convicções próprias e, portanto, atitudes que decorrem delas nas Escrituras, eles falharão em pregar do modo que agrade a Deus.

A eficácia da nossa pregação não é determinada pelo número de pessoas que a estão presenciando, nem pelo número de profissões de fé, mas pela fidelidade dos pregadores à mensagem que somos chamados a pregar. Aqueles que não proclamam a

Palavra de Deus fielmente podem alegar números e supostas conversões e profissões de fé. E alguns que fazem isso falham em atrair seguidores em grandes números.

O Deus soberano é o que produz os resultados. Quando Isaías começou a pregar a um povo rebelde, foi informado anteriormente que os resultados seriam mínimos porque o povo carecia dos olhos para ver e dos ouvidos para ouvir.

O fracasso para obter resultados visíveis, entretanto, não deve ser usado como uma desculpa para pregações defeituosas.

Essa mensagem, em toda ocasião, precisa ser fiel à Bíblia. O pregador é um arauto {keryx) cuja incumbência é transmitir a verdade de Deus a seu povo e chamar os eleitos do mundo para a igreja.

Para esses fins, precisamos entender o que se exige de nós e como atingir isso.

3. As Escrituras são as inerrantes e inspiradas palavras escritas de Deus

Todos os verdadeiros pregadores reconhecem a Bíblia como uma fonte da qual aprendem e proclamam a verdade de Deus. Eles aceitam o que lêem ali como palavra inspirada e inerrante nos originais.

Por “inspiração” (o termo em 2Tm 3.16 significa “soprado por Deus”), eles entendem que as palavras bíblicas são tanto a palavra de Deus como se ele as tivesse dito por meio do sopro.

Se alguém pudesse ouvi-lo falar, ele não diria nada mais nada menos e nada diferente do que está escrito por meio dos seus apóstolos e profetas. As Escrituras são as exatas palavras de Deus por escrito.

4. A pregação é uma responsabilidade sagrada

A atitude que essas convicções deveriam trazer à tona é a reverência pelo texto que o pregador expõe, junto com um grande desejo de aprender o que cada trecho significa, de modo a comunicar esse entendimento dessa mensagem àqueles que ouvem.

Além disso, intérpretes de confiança das Escrituras reconhecem que estão lidando com a informação mais importante de toda a vida e querem ser fiéis ao fazer isso.

Nós não nos ocuparemos com um estudo ordinário ou com a preparação inadequada de mensagens.

Reconheceremos que em tudo que dizemos representamos o Deus do universo e que, se falharmos em entender ou proclamar fielmente a verdade, distorceremos a Deus.

Ser fiel ao texto e ao Espírito Santo que fez com que ele fosse escrito é nossa preocupação fundamental. Em relação a isso, ministros conscientes sempre mantêm 2 Timóteo 2.15 como seu referencial.

5. As Escrituras foram planejadas não apenas para os ouvintes originais, mas para nossos ouvintes singulares de hoje

Como arautos que levam uma mensagem de Deus àqueles que a ouvem, nós não ficaremos satisfeitos com uma abordagem do texto que o enxerga como do passado, algo longínquo.

Nós somos gratos porque as Escrituras são para todos os tempos, para pessoas em todos os países.

Nós nos lembramos das palavras de Paulo quando ele declarou que “essas coisas [do Antigo Testamento] ocorreram como exemplos para nós” (ICo 10.6) e que “foram escritas como advertência” (v. 11).

Conseqüentemente, precisamos entender que a mensagem do texto é para a edificação de nossos ouvintes tanto quanto para aqueles a quem ela foi originariamente escrita.

Acreditando nisso, precisamos pregar o texto como uma mensagem contemporânea.

Nós direcionaremos as palavras do texto à nossa congregação como se elas tivessem sido escritas com eles em mente.

Nós fazemos assim porque, como Paulo explicou, esse é o fato verdadeiro. Portanto, não faremos preleções em relação ao que aconteceu com os amalequitas; antes, falaremos a respeito de como a experiência deles está relacionada aos nossos membros da igreja.

Isso significa que não pregaremos sobre os amalequitas, mas sobre Deus e seu povo a partir do relato do procedimento de Deus com os amalequitas. Nossa pregação, então, será vigorosa e contemporânea em sua natureza.

Os pregadores hoje, como o Senhor que poderosamente escreveu a sete de suas igrejas em Apocalipse 2 e 3, analisam sua congregação de forma que o que pregarem atinja suas necessidades.

Embora a pregação possa ser expositiva, como quando alguém prega um livro em seqüência, a própria escolha do livro bíblico deve ser feita tendo essas necessidades em mente.

6. A intenção originária do texto determina sua mensagem para os ouvintes hoje

Pregadores instruídos precisam demarcar partes das Escrituras para sermões com base em sua intenção.

Essa intenção também pode ser referida como o telos ou o propósito do trecho. Toda passagem de pregação, então, é selecionada porque em si mesma é uma mensagem completa de Deus.

Essa mensagem pode ser parte de uma maior, mas é uma mensagem que desafia o ouvinte a crer, a desacreditar, mudar ou a fazer alguma coisa que Deus deseja e que, no final das contas, contribuirá para os dois grandes propósitos da Bíblia ajudar os membros da nossa congregação a amar a Deus e a seu próximo.

Em toda a história da pregação, infelizmente isso com frequência não foi assim.

Pregadores usam as Escrituras para seus próprios propósitos e não para os propósitos
para os quais elas foram dadas, assim perdendo o poder inerente a qualquer trecho usado na pregação.

Não é sem razão que o evangelho de João é usado mais frequentemente que qualquer outro para levar ao conhecimento salvador de Jesus Cristo; ele foi escrito para esse propósito.

O Espírito, que produziu a Bíblia, abençoa seu uso quando a intenção do pregador é a mesma que a sua própria.

7. O tema de cada mensagem é Deus e Pessoas

A pregação contemporânea que proclama a mensagem de Deus a seu povo é sempre pessoal. Isso significa que o pregador não tentará pregar na forma de uma aula expositiva. Nós precisamos evitar a linguagem e os conceitos abstratos.

Não falaremos a respeito da Bíblia, mas vamos pregar sobre Deus e sua congregação a partir da Bíblia. Precisamos “abrir” as Escrituras como Jesus o fez (Lc 24.32), informando nossos ouvintes sobre seu conteúdo, mas sempre tornando visível a relevância do texto para eles.

Nós reconhecemos que não estamos apenas fazendo um discurso, mas estamos pregando para pessoas sobre sua relação pessoal com Deus e seu próximo. Isso quer dizer: precisamos delinear nosso sermão no modo da segunda pessoa.

A palavra predominante não será eu, ele, ela ou isso, mas você. Precisamos aproveitar
a deixa acerca desse aspecto da pregação de Jesus no Sermão do Monte.

8. A clareza é fundamental

A fim de pregarmos de forma eficiente, precisamos adotar um estilo claro e simples que é facilmente entendido por aqueles que ouvem.

Precisamos reconhecer que o apóstolo Paulo declarou que ser claro é uma obrigação (Cl 4.4) e até mesmo pediu que seus leitores orassem para que Deus o ajudasse a cumprir sua obrigação.

Não apenas nós mesmos oraremos pela nossa pregação, mas é necessário fazer com que nossa congregação se interesse por fazer isso também.

Em nossos esforços para manter completa clareza, precisamos adotar uma linguagem não técnica (a não ser que a expliquemos).

Precisamos evitar terminologias “tediosas”, termos obsoletos e estilo antiquado. Precisamos proclamar a mensagem de Deus sem entonações estranhas, cacoetes ou qualquer outra coisa que chame a atenção para si mais do que para a verdade.

Nós mesmos precisamos permanecer no fundo da cena o máximo possível, confiando que Cristo está na frente da mensagem.

A fim de atingirmos clareza, usaremos ilustrações e exemplos que ajudem os leitores na compreensão.

Essas ilustrações e exemplos precisam ser escolhidos primariamente das experiências contemporâneas, de modo que por meio deles sejamos capazes de demonstrar não apenas o que a passagem significa no dia-a-dia, que ela é prática, e não apenas teórica, mas também como Deus espera que o leitor se aproprie da verdade.

A verdade de Deus não deve ser misturada desordenadamente na proclamação.

Ela deve fluir inexoravelmente do começo ao fim de maneira racional e lógica. Isso significa que um pregador diligente toma tempo para pensar não apenas a respeito do conteúdo, mas também sobre a forma em que ele é apresentado.

Pregadores que realmente se importam trabalham para tornar a verdade de Deus tão simples e fácil de entender quanto possível (sem perda de significado), para que o seu rebanho possa recebê-la facilmente.

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9. Nosso dever é pregar corajosamente

Pregadores humildes são parecidos com o apóstolo Paulo, que pediu por oração para que, “destemidamente” tornasse “conhecido o mistério do evangelho” (Ef 6.19).

Eles se lembram do que pode ser chamado de a oração do pregador, em que o discípulo orou para comunicar a palavra de Deus “corajosamente” (At 4.29).

Pregadores desse tipo reconhecem que a palavra para “coragem” usada aqui e em todo o livro de Atos, a que caracterizou a pregação do Novo Testamento, significa “liberdade para falar sem medo das conseqüências”.

A PREGAÇÃO BÍBLICA

Para realizar a árdua tarefa de serem pregadores da Bíblia, homens e mulheres no ministério precisam estar comprometidos com certas verdades.

(1) A Bíblia é a Palavra de Deus. Como Agostinho o coloca: “Quando a Bíblia
fala, Deus fala”.

Essa é a convicção de que se eu posso realmente entender uma passagem em seu contexto, então o que eu sei é o que Deus quer dizer (eu não penso que muitos evangélicos, assim como muitos liberais, acreditem nisso).

(2) Toda a Bíblia é a Palavra de Deus. Não apenas Romanos ou Levítico, não
apenas Efésios ou Ester. Não apenas as passagens “quentes”, mas também as “frias”.

(3) A Bíblia é auto-atestatória. Se pessoas podem ser expostas a um entendi-
mento das Escrituras de maneira regular e constante, então elas não precisam de

argumentos a respeito da veracidade das Escrituras. Portanto, um ouvinte ou leitor
não precisa aderir totalmente à ideia dos dois primeiros compromissos para que
Deus possa trabalhar na vida dessa pessoa por meio de sua Palavra.

(4) Isso conduza uma abordagem da pregação do tipo: “Assim diz o Senhor”.

Não estou me referindo a um método homilético aqui, mas a um desejo de abrir as
Escrituras de modo que a autoridade da mensagem se apoie na Bíblia (isso funciona
contra o espírito contrário à autoridade de nossa sociedade).

(5) O estudante da Bíblia precisa tentar chegar à intenção do autor bíblico. A
primeira questão é: “O que o autor bíblico queria dizer ao leitor da Bíblia? Por
quê?”.

A teoria da Reação do Leitor adotada por muitos estudiosos literários hoje
em dia não funciona no estudo da Bíblia. Posto de maneira simples: “A Bíblia não
pode significar o que não significou”.

Por isso quero indicar esses artigos:

6) A Bíblia é um livro sobre Deus. Ela não é um livro religioso de conselhos sobre as “respostas” que precisamos para um casamento feliz, sexo satisfatório, para o trabalho ou para perder peso.

Embora as Escrituras reflitam muito a respeito dessas questões, elas são, acima de tudo, sobre quem Deus é e o que Deus pensa e quer.

Eu entendo a realidade unicamente se tenho apreciação por quem ele é e o
que deseja para sua criação e de sua criação.

(7) Nós não “tornamos a Bíblia relevante”; mas apenas mostramos sua relevância.

A verdade é tão relevante quanto a água para a sede, e a comida para a fome.

A publicidade moderna cria necessidades que de fato não existem para vender a mercadoria.

O SERMÃO E A PREGAÇÃO

O SERMÃO E A PREGAÇÃO

O sermão e a pregação.
Continuamos procurando firmar a proposição de que a pregação é a tarefa primordial da Igreja, bem como do ministro da Igreja. Temos aduzido provas escriturísticas acerca disso, além de provas extraídas da história eclesiástica.

E então esforçamo-nos por desdobrar o argumento teológico, mostrando como a nossa própria teologia insiste nesse particular, por causa do tema que estamos abordando, lendo feito isso, começamos a considerar algumas objeções a toda essa questão.

A primeira objeção foi: “Os tempos não mudaram?” E a segunda foi: “Todas essas coisas não podem ser feitas agora por meio da leitura, da televisão, do rádio, ou coisa semelhante?”

Isso abre o caminho para uma terceira objeção, a qual indaga: Tudo isso não poderia ser realizado mais perfeitamente através de debates em grupo? Por que tem de
ser feito mediante a pregação? Por que essa forma específica? Não poderia ela ser substituída por alguma espécie de ‘diálogo’, conforme atualmente se chama a troca de pontos de vista?

Não deveríamos encorajar a apresentação de mais perguntas, ao término do sermão, bem como um diálogo efetuado entre o ministro e as pessoas que vieram escutar, tudo, naturalmente, dentro do âmbito da Igreja?

Outrossim, tem sido sugerido que também se pode fazer isso na televisão, por meio de debates; que haja debates em mesa-redonda, algumas pessoas cristãs e outras não, as quais discutirão entre si.

A sugestão é que esse não é somente um bom método de evangelização, o igual torna conhecida a mensagem bíblica, mas que é, na presente época, um método superior ao da pregação.

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O CURSO PREGADOR DE QUALIDADE É BOM?

O SERMÃO E A PREGAÇÃO

A verdade nos é revelada nas Escrituras e por intermédio daquela iluminação que .só o Espírito Santo pode proporcionar. Meu argumento, portanto, é que toda essa noção de efetuar debates, discussões ou troca de pontos de vista a respeito dessas questões é algo que milita contra a própria característica e a natureza do Evangelho.

Rejeito todas essas modernas substituições para a pregação, portanto, e afirmo que só existe um caminho; e esse foi o caminho adotado pelo apóstolo Paulo em pessoa, em Atenas. Já tive ocasião de citar o apóstolo: “Pois esse que adorais sem conhecer, é precisamente aquele que eu vos anuncio”.

Essa declaração é essencial; exige o primeiro lugar. Não pode haver troca de idéias proveitosa enquanto essa declaração não tiver sido feita e as pessoas não tiverem recebido certo acúmulo de informações. Essa “declaração” é algo que nós, a Igreja, o pregador com exclusividade, pode fazer; e essa é a primeira e mais importante coisa que devemos fazer.

Benefícios do Curso Pregador de Qualidade

Com o curso pregador de qualidade você estará apto a:

Elaborar uma pregação do início ao fim;

Elaborar e pregar os três tipos de sermões, o temáticotextual e o expositivo;

Fazer uma introdução interessante na pregação;

Escolher o texto oportuno para cada ocasião;

Escolher um tema atraente para a pregação;

Fazer uma boa conclusão e o apelo na pregação;

Usar ilustrações que encantam seus ouvintes;

Vai aprender a como vencer o medo de falar em público;

Também irá conhecer os segredos da oratória para o pregador e muito mais;

Até mesmo para quem vai pregar pela primeira vez.

O Curso Pregador de Qualidade é bom?

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O Curso Pregador de Qualidade é bom? Talvez você chegou aqui com dúvidas a respeito desse Curso para Pregadores, não é verdade?

E para te ajudar nesse momento de desconfiança e medo de que o Curso não seja o que você procura, vou te apresentar algumas provas importantes e dicas essênciais.

AVALIAÇÃO DO CURSO PREGADOR DE QUALIDADE

Sobre a avaliação do Curso Pregador de Qualidade dada por quem é aluno, é uma das melhores notas.

De 5 recebe nota 4,7. Ou seja, uma excelente avaliação.

AVALIAÇÃO DO CURSO PREGADOR DE QUALIDADE

O CONTEÚDO DO CURSO PREGADOR DE QUALIDADE

Outra coisa que você precisa levar em conta é o conteúdo do Curso.

E você vê isso na página do produto. Veja qual é o conteúdo apresentado lá, a quantidade de aulas, quais sçai essas aulas e veja também se o assunto lhe agrada.

O Pregador de Qualidade é o mais completo curso para pregadores, veja porque:

  • O Curso é dividido em Módulos em ordem que facilita a didática.
  • As aulas são na maioria práticas.
  • O conteúdo das aulas são riquíssimos.
  • Vai Suprir toda necessidade de aprendizagem do pregador.
  • Atende tanto ao iniciante como quem já tem alguma experiência.

BÔNUS E MATERIAIS EXTRAS

Para completar ainda mais seu rico conteúdo, o Curso Pregador de Qualidade oferece 9 Bônus, na verdade, são 10, porque 1 é surpresa. E ainda mais módulos Extras, como Oratória e Interpretação Bíblica.

Oratória e Interpretação Bíblica normalmente em outros cursos precisam ser adquiridos separadamente, mas no Pregador de Qualidade vai junto esses módulos extras!

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A GARANTIA

Para garantir seu investimento, você tem uma garantia de 7 dias para testar o material e ver se o curso era realmente o que você esperava.

Ou seja, você não tem nada a perder, porque seu investimento fica retido com a maior plataforma de produtos digitais da America Latina, a Hotmart. Tudo isso para garantir sua satisfação.

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ATUALIZAÇÃO DO CURSO

O Curso Pregador de Qualidade está constantemente se atualizando para que seus alunos tenham conteúdos novos e atualizados.

Portanto, os alunos sempre recebem conteúdos novos sem precisar pagar por isso.

DEPOIMENTOS DOS ALUNOS DO CURSO

Veja alguns depoimentos de quem já estão tendo resultados com o método:

Depoimento Marcos
Depoimanto Samuel-curso pregador
Depoimento Camila

Veja mais esses depoimentos:

CONCLUSÃO

Depois desses comentários e outros tantos que você pode ver no site, você ainda tem dúvidas a respeito desse incrível treinamento?

Ah! já ia me esquecendo, o valor! Para ser completo, o preço deve ser bom, não é mesmo?

Apesar de todos os benefícios, ricos conteúdos e também a excelente avaliação que torna o mais indicado curso para pregadores, seu valor poderia custar no mínimo 2000!

Mas, calma, não vai custar tudo isso, pelo contrário, seu preço é muito acessível. Por menos de R$ 0,33 centavos por dia você pode ter acesso ao mais Excelente curso de pregação.

ENTÃO, O CURSO PREGADOR DE QUALIDADE É BOM?

Não é bom! É excelente!!

Não perca tempo, comece agora mesmo a melhorar suas pregações e atingir um nível de Excelencia em seu ministério!

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3 PASSOS PARA UM ESBOÇO DE PREGAÇÃO

Como fazer um esboço de pregação

esboço de pregação

Como fazer um esboço de pregação?

Muitos tem dificuldades em preparar um esboço de pregação, pois na maioria das vezes essa dificuldade está em montar o esboço.

Vou dar 3 dicas fundamentais para preparação de um esboço, são 3 passos importantes que vão lhe ajudar muito, então vamos lá.

Mesmo que ainda não tenha experiências em pregar a palavra de Deus, com esses passos simples podemos elaborar um bom esboço de pregação.

passos para o esboço
passos para o esboço

Passo 1 – Ler o texto

O nosso primeiro passo então, para se elaborar um esboço de pregação é ler o texto.

Lembrando, que antes e durante esses passos, precisamos orar, pois a oração deve ser prioridade e o meio pelo qual recebemos de Deus a inspiração para elaborar nosso esboço.

Mas depois de orar e pedir a Deus sua direção, vamos fazer a nossa parte, que é ler o texto escolhido.

Devemos fazer uma leitura cuidadosa para interpretar corretamente o texto bíblico e assim montar nosso esboço.

Dicas para a leitura:

  1. Leia várias vezes.
  2. Faça anotações.
  3. Leia meditando.

Passo 2 – Interpretar o texto

Depois de uma boa leitura, então é hora de interpretar o texto e descobrir o assunto dele.

Lembrando que um texto, dependendo, pode ter mais que um assunto, mas, para esse exemplo vamos encontrar apenas um.

O que fazemos então, para encontrar o assunto ou tema no texto e montar nosso esboço?

Existem algumas regrinhas na hora de interpretar um texto, que usamos para que facilite a tarefa.

Uma das regras é analisar o contexto em que esse texto está inserido, pois, já disse alguém “texto sem contexto é pretexto”.

Usar outras traduções ou versões da bíblia é outra regra que nos ajuda muito, porque, existem algumas traduções que são mais antigas, tornando assim sua linguagem distante da nossa.

Portanto, quando consultamos esse texto em várias traduções, facilita muito o entendimento do mesmo.

Uma outra regra para interpretar um texto, é fazer perguntas como: Quem escreveu, porque escreveu, onde, quando, para quem?

Esses tipos de perguntas ajudam muito a entender um texto, por isso, precisamos ter o costume de sempre fazer esse questionamentos.

Uma regra importante que usamos também, para que, a interpretação desse texto é certa, outros textos da bíblia precisa estar em harmonia.

Para que, tenhamos um bom resultado, podemos usar ferramentas de auxílio, como: dicionários, concordâncias e comentários bíblicos.

Quer aprender mais sobre como pregar, então veja: Como pregar pela primeira vez?

Materiais de ajuda na interpretação

Existem materiais excelentes para nos ajudar na interpretação dos textos bíblicos, e assim facilitar na elaboração do esboço de pregação.

Um excelente material que auxilia muito, é um dicionário bíblico porque a bíblia foi escrita em uma linguagem antiga e de cultura diferente da nossa.

Por isso ter um dicionário bíblico ajuda muito na interpretação correta do texto e elaboração do esboço de pregação.

Outra ferramenta que pode ajudar muito é são bons comentários bíblicos, pois os comentaristas normalmente investem muito tempo em pesquisas e estudos.

Portanto, usar comentários bíblicos facilita muito o entendimento de certos textos e assim a elaborar um bom esboço de pregação.

Um excelente material e que eu recomendo muito são as bíblias de estudos, pois, além de serem muito completas, é mais fácil de ser usada pelos iniciantes na pregação.

Passo 3 – Organizar as ideias para o esboço de pregação

partes do esboço de pregação

Depois de ler, interpretar, então nos resta organizar as ideias no esboço de pregação.

Como organizar as ideias então, no esboço de pregação?

Organizar as ideias é pôr em ordem no esboço as informações, para que tenhamos uma esboço de pregação organizado e fácil de usar.

No nosso esboço de pregação vamos colocar somente as informações necessárias e os pontos principais, pois assim facilita na hora de pregar.

Quais são essas informações importantes que devem então conter em um esboço de pregação?

São os pontos principais, como: Um texto, um título, uma introdução, as divisões e uma conclusão, para que assim nosso esboço fica completo.

Enriqueça sua pregação usando uma boa ilustração para valorizar e esclarecer seu tema, pois as ilustrações também deixam a pregação mais interessante.

Característica de um bom esboço de pregação

Um bom esboço de pregação é aquele que contribui para que o pregador transmita sua mensagem de forma clara e eficaz.

E o que podemos colocar então? essa é uma dúvida de muitos, porque há uma certa questão sobre o uso do esboço.

Eu creio que é uma particularidade de cada um, porque vai depender muito do tipo de pregação, do costume do pregador, enfim, há vários fatores que influenciam.

Portanto, isso é uma questão de se adaptar, o pregador precisa ver o que é melhor para ele, pregar com ou sem esboço de pregação.

Elabore um esboço de pregação do sermão expositivo, temático e textual. então veja também esse artigos:

Estrutura de uma esboço de pregação

Um esboço de pregação é organizado em partes, e cada parte dele tem sua importância, portanto vamos ver a seguir a estrutura de um esboço de pregação:

O texto

Sem um texto bíblico não temos uma pregação bíblica, por isso em um esboço de pregação precisa-se ter um texto bíblico.

Um tema

O tema é o assunto que o pregador vai pregar. O tema sai do texto bíblico, mas o pregador pode ter um tema já em mente e aí ir na bíblia buscar um texto, isso é o que chamamos então de sermão temático.

Tópicos ou divisões principais

Depois do tema escolhido, o pregador vai organizar suas idéias tiradas do tema, é aí então que precisamos colocar essas idéias em ordem nos tópicos.

Esses tópicos ou também chamadas de divisões principais podem ser enumerados por algarismos romanos, exemplo: I, II, III.

Conclusão

Na conclusão, o pregador vai concluir um o assunto da sua pregação, ou seja, ele vai chegar a uma conclusão e também, pode fazer um apelo.

A Introdução

A introdução é onde o pregador vai chamar a atenção dos ouvintes para sua pregação, por isso deve ser interessante. Nela o pregador também pode anunciar seu tema e já fazer a ligação para o seu primeiro tópico.

A introdução pode ser feita por último no esboço de pregação, porque depois do esboço pronto, fica mais fácil para o pregador saber como pode iniciar o assunto.

O título

O título da pregação é o nome dado a ela, diferente do tema, porque o tema é o assunto, já o título é o nome, e por isso pode ser breve, mas precisa ser interessante.

Como a introdução, o título também pode ser colocado por último.